De acordo com o sindicato, havia um acordo prévio com a gestão municipal para que o 13º, mesmo atrasado, fosse pago junto com a segunda cota no dia 12 de dezembro.
Na manhã desta terça, as empresas do transporte enviaram uma carta pedindo novo adiamento — sem data definida — o que provocou revolta entre os trabalhadores.
Consequências imediatas
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A paralisação foi iniciada por volta das 16h, com ônibus sendo retirados de circulação em diversas regiões da capital.
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Terminais e garagens registraram ônibus recolhidos — existe relatos de passageiros liberados antes do destino e longas filas em pontos de ônibus.
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A mobilidade da cidade ficou bastante prejudicada: parte da frota foi suspensa, e em meio a chuva a situação ficou grave.
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A gestão municipal reagiu com rapidez: a Prefeitura de São Paulo registrou um boletim de ocorrência contra as empresas que aderiram à paralisação sem aviso prévio, classificando o ato como ilegal.
Situação atual e desdobramentos
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A prefeitura afirma que os repasses às empresas de ônibus estão em dia, e que o pagamento do 13º é responsabilidade das concessionárias.
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Existe possibilidade de novas medidas da gestão municipal contra as empresas que participarem da paralisação — inclusive abertura de processo de caducidade de contrato para as que não quitarem o benefício.
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O sindicato ainda não informou período para o final da greve. Segundo fontes, a paralisação seguirá “passo a passo”, com assembleias previstas para definir próximos passos.
Impacto sobre área de Guarulhos e entorno
Por envolver a área metropolitana de São Paulo e dificuldades de mobilidade em pontos que atendem ao Grande ABC e à zona norte — área de proximidade com Guarulhos — a greve pode afetar passageiros que dependem do transporte intermunicipal para entrar São Paulo. A ausência de ônibus e o caos no trânsito tendem a gerar atrasos e sobrecarga no transporte alternativo, como trens e metrô.
Com informações de Guarulhosweb


