BrasilCandidatos da chapa majoritária do PSol ficaram de fora do acontecimento e houve tentativa de retirar barracas da militância ao redor do local Ricardo StuckertRio de Janeiro e Brasília — Integrantes do PSol foram impedidos de fazer parte do ato de campanha do candidato ao governo do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Bangu, na manhã deste sábado (22/8).
O apurou, com fontes da direção da Federação PSol-Rede, que a decisão de barrar a legenda ocorreu nos dias anteriores ao acontecimento e partiu do ex-prefeito do Rio. Segundo integrantes da sigla, apesar do veto aos membros da chapa majoritária, parlamentares como o deputado estadual Flávio Serafini (PSol-RJ) e a deputada federal Talíria Petroni (PSol-RJ) ficaram no acontecimento.
No decurso da campanha, dirigentes do PSol se juntaram com Lula e o presidente do PT e coordenador da campanha, Edinho Silva, para compor o palanque do petista no estado. A articulação, no entanto, não avançou e a legenda lançou candidaturas próprias ao governo do Rio de Janeiro — o vereador William Siri (PSol), e ao Senado, com Mônica Benício (PSol).
Fontes do partido avaliam que houve “corpo mole” do PT para preservar a participação de candidatos do PSol no ato deste sábado. A decisão de impedir a presença do grupo teria sido impulsionada através do resultado do Datafolha, divulgado nesta sexta, que aponta a candidata psolista empatada com Pedro Paulo (PSD), que compõe a chapa de Paes no Rio.
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Além de barrar a entrada da militância, integrantes do partido disseram ao que houve um ruído no começo da manhã, depois de a Prefeitura do Rio enviar retirar barraquinhas com material de campanha de Siri que foram instaladas em torno do acontecimento. Depois de diálogo, o grupo conseguiu manter a estrutura no local.
Apesar da confusão, Mônica informou que ela foi bem recebida através da militância do PT e não houve maiores incidentes.
“Tanto eu, quanto Siri estamos aqui em Bangu, fazendo nossa panfletagem e apresentando nossa alternativa para política do Rio. O sentimento das ruas pede por mudança, o Estado vem sofrendo há muito tempo com essa política do mal menor e agora as pessoas entendem que devem votar em quem acredita. E por isso estamos aqui. As pessoas me receberam muito bem, principalmente as mulheres. Ver essa aceitação nas ruas me dá ainda mais vontade de seguir em frente, com coragem para propor uma política que represente a população”, explicou a candidata ao .
O PSD, por sua vez, alega que o ato foi planejado para apresentar as candidaturas do partido no estado, o que justificaria a ausência do PSol.
Com informações de Metropoles


