O Consórcio Nove de Julho, composto pelas empresas YellowRiver, Highland e através da brasileira Mendes Júnior, vem a público esclarecer aspectos relevantes da licitação do Lote 1 da Linha 19-Celeste do Metrô de São Paulo e reafirmar seu comprometimento com o desenvolvimento sustentado de infraestrutura brasileira.
1. Expertise técnica inquestionável
Causa estranheza a inabilitação baseada na suposta falta de experiência em “ambiente urbano”. As empresas representam o estado da arte em tecnologia para projetos de infraestrutura, com mais de 1.000 km de metrô construídos nas metrópoles mais densas e complicadas do planeta. A Highland, fundada em 1958, detém mais de 1.500 patentes e habilitação EPC de nível superior, enquanto a Yellow River, com sete décadas de história, já executou mais de 100 projetos-chave de transporte ferroviário na China — país que tem a malha metroviária mais avançada do mundo. Negar a natureza urbana de obras executadas por estas gigantes globais é ignorar a realidade técnica da engenharia moderna.
2. Defesa da economicidade e do Erário Público
O Consórcio Nove de Julho apresentou a proposta mais vantajosa para o Estado e para o cidadão paulistano, no valor de R$ 4,98 bilhões. A inabilitação indevida pode onerar os cofres públicos em dezenas de milhões de reais, como também fere o princípio da economicidade. Além do que, a tentativa de negociação com o segundo colocado, depois de este ter tido acesso ao valor sigiloso da nossa proposta vencedora, cria um ambiente de concorrência artificial e desleal, prejudicando a isonomia do certame.
3. Alta tecnologia e comprometimento local
A proposta do consórcio estima o uso das tecnologias mais avançadas do setor, como o método NATM (New Austrian Tunneling Method) e a operação de Tuneladoras (TBMs) de grande diâmetro, importantes para solos urbanos. Reafirmamos que nossa atuação no Brasil prioriza a mão de obra nacional (com índices de 99,9% em projetos atuais), o recolhimento rigoroso de impostos (com reinvestimento do lucro no país) e a transferência de tecnologia para a engenharia brasileira.
4. Confiança na Justiça
O Consórcio Nove de Julho acionou o Poder Judiciário para preservar que avaliações superficiais não criem espaço para que manobras administrativas de concorrentes prevaleçam sobre o interesse público e levem a atrasos desnecessários a um benefício de mobilidade urbana tão esperado através da população. Todos os recursos administrativos e judiciais serão mostrados para preservar plena lisura ao processo licitatório.
O grupo se mantém confiante de que a verdade técnica prevalecerá, defendendo que o povo de São Paulo e Guarulhos receba uma obra com o padrão de excelência global que merece.
Com informações de Guarulhosweb


